Cyber Security Brasilby Igor Deungaro

Por que o Ransomware é uma ameaça para as PMEs?



Esse vírus que trava seu computador ou criptografa com senha arquivos importantes em troca de dinheiro é conhecido como ransomware. Este tipo de ataque tem se tornado cada vez mais comum pelo mundo, especialmente em países onde a segurança digital é deixada em segundo plano pelas empresas. De acordo com a Kaspersky, o número de vazamento de dados em PMEs aumentou 48% somente no ano de 2019.
Mas, como esse vírus chega até os computadores da sua empresa? Uma das táticas mais comuns é o uso de e-mails maliciosos, conhecidos como phishing, uma tática antiga dos cibercriminosos, mas que ainda faz muitas vítimas. O Brasil foi o país que mais sofreu com golpes de phishing no primeiro trimestre de 2019 .
Pequenas e médias empresas são as preferidas dos cibercriminosos, justamente por cometerem o erro de achar que seus dados não têm o mesmo valor das grandes empresas, e, assim, acabam não investindo o que deveriam em segurança cibernética. Com isso, os funcionários não são treinados para identificar URLs e e-mails maliciosos .
Uma pesquisa da OTRS Group, que reuniu 280 gerentes de TI, mostrou que 58% das empresas brasileiras enfrentam problemas semanais de segurança em seus computadores. Proteger-se de ataques de ransonwaresé relativamente simples e barato, com a configuração de um bom antivírus voltado para a proteção de empresas, isso já se torna possível. É importante também ter políticas de patchs e correção de vulnerabilidades atualizadas.
Também é necessária uma boa ferramenta de antiphishing atrelada aos e-mails corporativos dos colaboradores, que evitem que eles possam acessar links maliciosos dentro do ambiente de trabalho. Oriento também aos gestores a pensarem em proteções de segurança que englobem desde dispositivos móveis, como também a nuvem, servidores e desktops.
Outra forma de prevenção é realizar backups periódicos e ter um plano de atualização de softwares , atitude que ajuda a evitar gastos extras com recursos de TI em casos de emergência, e ainda melhoram a proatividade dentro da empresa. Também há outras ferramentas de segurança da informação, como a Detecção de Respostas a Endpoint, que monitoram indícios de comportamentos e atividades maliciosas dentro do ambiente corporativo, e o AntiSpam, que barram mensagens de propagação em massa.
Geralmente, os computadores infectados com ransomware podem ser recuperados com um backup, mas, no Brasil, é comum empresas com orçamento limitado utilizarem soluções de uso doméstico que normalmente não oferecem esse tipo de função.
Hoje, o mercado oferece soluções de segurança cibernética desenvolvidas para empresas de todos os tamanhos e segmentos. O mais importante, quando falamos em empresas de pequeno e médio porte, é entender quais são os riscos que elas estão expostas, e ir em busca de soluções eficientes, que atendam à necessidade, sem apertar o orçamento. Com segurança da informação, todo cuidado é pouco.
Fonte: cryptoid.com.br
Este blog publica em português e inglês. / This blog publishes in Portuguese and English. EN · PT

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As inseguranças do sucesso da segurança cibernética

As inseguranças do sucesso da segurança cibernética. Tornar-se um grande profissional não precisa custar sua felicidade, mas a cultura da moagem torna isso provável. Nos últimos anos, a questão da saúde mental no setor de segurança cibernética ganhou destaque. Uma  pesquisa de 2019  revelou que 1 em cada 6 CISOs admitiu se  automedicar  para lidar com o estresse de seu trabalho. A tensão passa pelo escritório do CISO e permeia todo o setor. Um perfil que está crescendo  mais rápido que o orçamento  e uma sofisticação cada vez maior e  o impacto financeiro  dos ataques se combinam para transformar o que antes era um canto do departamento de TI em uma panela de pressão. John Hammond  , pesquisador de segurança cibernética da Huntress, falou sobre “ Hard Truths and Unexpected Realities: Lamentations in Producing Cybersecurity Content ” na  Intigriti 1337UP Live  , uma conferência online sobre bugs, em março de 2022. Seus...

DICA: comandos para pentest e segurança ofensiva

Fala galera, blz ? Segue uma lista de comandos maravilhosa, voltada para teste de vulnerabilidades. Observação Pertinente: Os TIPOS de COMANDOS e as INSTRUÇÕES estão em INGLÊS! NÂO ME RESPONSABILIZO POR USO INDEVIDO. Pré-requisitos: ✔️  Python 3.5 ✔️  OS que suporte Python (eu utilizei Kali) Reconnaissance / Enumeration Extracting Live IPs from Nmap Scan nmap 10.1.1.1 --open -oG scan-results; cat scan-results | grep "/open" | cut -d " " -f 2 > exposed-services-ips Simple Port Knocking for x in 7000 8000 9000; do nmap -Pn –host_timeout 201 –max-retries 0 -p $x 1.1.1.1; done DNS lookups, Zone Transfers & Brute-Force whois domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com @ns1.domain.com host -t {a|txt|ns|mx} megacorpone.com host -a megacorpone.com host -l megacorpone.com ns1.megacorpone.com dnsrecon -d megacorpone.com -t axfr @ns2.megacorpone.com dnsenum domain.com nslookup -> set type=any -> ls -d domain.com for ...

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas. Configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expostos permitem que hackers encontrem pontos fracos exploráveis ​​nos perímetros das empresas em apenas algumas horas, não em dias. O hacker ético médio pode encontrar uma vulnerabilidade que permite a violação do perímetro da rede e, em seguida, explorar o ambiente em menos de 10 horas, com testadores de penetração focados na segurança da nuvem obtendo acesso mais rapidamente aos ativos direcionados. Além disso, uma vez que uma vulnerabilidade ou fraqueza é encontrada, cerca de 58% dos hackers éticos podem invadir um ambiente em menos de cinco horas. Isso está de acordo com uma pesquisa com 300 especialistas do SANS Institute e patrocinada pela empresa de serviços de segurança cibernética Bishop Fox, que também descobriu que as fraquezas mais comuns exploradas pelos hackers incluem configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expost...

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SSRF in an MCP Server: How a URL Becomes an IAM Credential

There is a four-step chain that turns an unremarkable MCP server feature into cloud account compromise. It relies on nothing exotic. It relies on a server that fetches a URL supplied by whoever is on the other end. The chain, step by step First, the MCP server exposes a tool that accepts a URL — convert a document, fetch a page, read a feed. Second, it performs the request server-side without validating the destination. Third, it runs on a cloud instance that can reach the provider's metadata endpoint. Fourth, someone points the tool at that endpoint and receives temporary IAM credentials. This is not hypothetical. BlueRock Security analysed over 7,000 MCP servers and found roughly 36.7% potentially vulnerable to SSRF. In their proof of concept against Microsoft's MarkItDown MCP server, researchers pulled AWS access keys, secret keys and session tokens from an EC2 instance metadata endpoint. A misconfigured server became a direct path to cloud infrastructure credentials. ...

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