Cyber Security Brasilby Igor Deungaro

Indirect Prompt Injection: The Attack That Does Not Need Your User

Indirect Prompt Injection: The Attack That Does Not Need Your User

The prompt injection defence most companies built assumes a malicious user typing something. That solves the least interesting case. The case that matters is the one where the user is innocent and the hostile instruction arrives inside the content.

How it works

The agent receives a legitimate task: review the open issues, summarise this document, read this page. In executing it, the agent pulls third-party content into the context. That content contains imperative text. The model has no architectural way to distinguish a user instruction from an instruction that appeared amid the data.

The Invariant Labs demonstration is the canonical example: a malicious issue in a public repository was enough to lead an agent with GitHub access into reading private repositories and publishing their contents. The developer asked for an issue review. That is all.

No vulnerability was exploited. The system was used exactly as it was built to work.

Why filtering does not fix it

The common answer is to filter input text looking for suspicious patterns. That fails for three reasons: the space of phrasings is infinite, the payload can be in another language or encoded, and concealment exists — researchers demonstrated payloads hidden in invisible Unicode blocks inside tool metadata.

Filtering reduces noise. It is not a trust boundary.

What actually contains it

  • Mark the context as contaminated. If external content entered this task, restrict external write verbs for the remainder of it. Highest-return mitigation available.
  • Separate external read from external write across distinct agents with distinct identities.
  • Enforce the delegation ceiling, so the agent cannot reach what the user could not.
  • Human approval on the four irreversible verbs, with the literal argument displayed.
  • Log the provenance of content read before each call — that is what makes investigation possible later.

The reframe

Stop treating this as a model problem and treat it as a data flow problem. The question stops being “how do I stop the model from obeying” and becomes “which actions remain available once untrusted data has entered”. The second question has engineering answers. The first, for now, does not.

Este blog publica em português e inglês. / This blog publishes in Portuguese and English. EN · PT

Denunciar abuso

As inseguranças do sucesso da segurança cibernética

As inseguranças do sucesso da segurança cibernética. Tornar-se um grande profissional não precisa custar sua felicidade, mas a cultura da moagem torna isso provável. Nos últimos anos, a questão da saúde mental no setor de segurança cibernética ganhou destaque. Uma  pesquisa de 2019  revelou que 1 em cada 6 CISOs admitiu se  automedicar  para lidar com o estresse de seu trabalho. A tensão passa pelo escritório do CISO e permeia todo o setor. Um perfil que está crescendo  mais rápido que o orçamento  e uma sofisticação cada vez maior e  o impacto financeiro  dos ataques se combinam para transformar o que antes era um canto do departamento de TI em uma panela de pressão. John Hammond  , pesquisador de segurança cibernética da Huntress, falou sobre “ Hard Truths and Unexpected Realities: Lamentations in Producing Cybersecurity Content ” na  Intigriti 1337UP Live  , uma conferência online sobre bugs, em março de 2022. Seus...

DICA: comandos para pentest e segurança ofensiva

Fala galera, blz ? Segue uma lista de comandos maravilhosa, voltada para teste de vulnerabilidades. Observação Pertinente: Os TIPOS de COMANDOS e as INSTRUÇÕES estão em INGLÊS! NÂO ME RESPONSABILIZO POR USO INDEVIDO. Pré-requisitos: ✔️  Python 3.5 ✔️  OS que suporte Python (eu utilizei Kali) Reconnaissance / Enumeration Extracting Live IPs from Nmap Scan nmap 10.1.1.1 --open -oG scan-results; cat scan-results | grep "/open" | cut -d " " -f 2 > exposed-services-ips Simple Port Knocking for x in 7000 8000 9000; do nmap -Pn –host_timeout 201 –max-retries 0 -p $x 1.1.1.1; done DNS lookups, Zone Transfers & Brute-Force whois domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com @ns1.domain.com host -t {a|txt|ns|mx} megacorpone.com host -a megacorpone.com host -l megacorpone.com ns1.megacorpone.com dnsrecon -d megacorpone.com -t axfr @ns2.megacorpone.com dnsenum domain.com nslookup -> set type=any -> ls -d domain.com for ...

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas. Configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expostos permitem que hackers encontrem pontos fracos exploráveis ​​nos perímetros das empresas em apenas algumas horas, não em dias. O hacker ético médio pode encontrar uma vulnerabilidade que permite a violação do perímetro da rede e, em seguida, explorar o ambiente em menos de 10 horas, com testadores de penetração focados na segurança da nuvem obtendo acesso mais rapidamente aos ativos direcionados. Além disso, uma vez que uma vulnerabilidade ou fraqueza é encontrada, cerca de 58% dos hackers éticos podem invadir um ambiente em menos de cinco horas. Isso está de acordo com uma pesquisa com 300 especialistas do SANS Institute e patrocinada pela empresa de serviços de segurança cibernética Bishop Fox, que também descobriu que as fraquezas mais comuns exploradas pelos hackers incluem configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expost...

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