Cyber Security Brasilby Igor Deungaro

Ciberataques: média no Brasil é de 733 ataques por semana por empresa



Ciberataques: média no Brasil é de 733 ataques por semana por empresa
Uma equipe da Check Point Research (CPR), que nos últimos seis meses acompanhou o cenário de ciberataques no País, constatou que uma organização brasileira está sendo atacada, em média, 733 vezes por semana, em comparação com 596 ataques por organização em todo o mundo. Os pesquisadores identificaram também que o principal malware do Brasil é o XMRig, impactando 13% das organizações.
A lista dos principais malware do Brasil inclui três criptomineradores (XMRig, JSEcoin, Cryptoloot), um Adware (Dealply) e um Infostealer (Formbook). O levantamento apontou que 62% dos arquivos maliciosos no Brasil foram entregues via Web; e o tipo de exploração de vulnerabilidade mais comum no País é a execução remota de código (Remote Code Execution), impactando 66% das organizações.

A equipe de especialistas da Check Point identificaram ainda os principais ataques e violações sofridos no País:
Outubro de 2019 - Um banco de dados contendo informações pessoais de 92 milhões de cidadãos brasileiros está sendo leiloado em mercados clandestinos. Os registros, com 16 GB no total, incluem nomes, data de nascimento e CPF. Suspeita-se que a origem dos dados tenha sido uma organização governamental.
Setembro de 2019 - O serviço de computação serverless (sem servidor) Cloudflare Workers foi explorado em uma nova campanha maliciosa. Os Workers foram usados em uma campanha de três estágios para entregar uma nova variante do Astaroth Infostealer, um malware descoberto pela primeira vez em 2018, visando vítimas do Brasil.
Fevereiro de 2019 - Pesquisadores de segurança descobriram uma nova campanha do Trojan Astaroth visando vítimas no Brasil e na Europa. A nova campanha explora o software antivírus Avast para roubar informações e eliminar módulos maliciosos adicionais. No Brasil, 62% dos ataques visaram a Web, enquanto 38% foram para e-mails. Em termos globais, a variação foi de um ponto, sendo 63% dos ataques a Web e 37% aos e-mails.

Definições dos malwares

XMRig - Software de mineração de CPU de código aberto usado para o processo de mineração da criptomoeda do Monero e visto pela primeira vez, em tempo real, em maio de 2017.
JSEcoin - Minerador de JavaScript que pode ser incorporado em sites. Com o JSEcoin é possível executar o minerador diretamente no navegador em troca de uma experiência sem anúncios, moeda do jogo e outros incentivos.
Cryptoloot - Criptominerador que usa o poder de CPU ou GPU (processador gráfico) da vítima e os recursos existentes para a criptomineração, adicionando transações ao blockchain e liberando nova moeda. Originalmente é um concorrente do Coinhive, oferecendo uma porcentagem menor de receita de sites.
Dealply - É um adware, um programa que exibe anúncios em páginas da web. Quando se está pesquisando por um produto em um site, o software exibe uma pequena janela com ofertas da palavra-chave buscadas em outras páginas de varejo para comparação de preços.
FormBook é um InfoStealer focado em ambientes Windows OS. Detectado pela primeira vez em 2016, é promovido em fóruns de hacking underground pelas suas técnicas de evasão e pelo seu baixo preço. O roubo de credenciais pelo FormBook em vários web browsers, reúne capturas de écran (ou capturas de telas), monitoriza e mapeia teclas usadas e pode fazer o download e executar arquivos conforme as suas ordens de C&C.
Infostealer.Astaroth é um cavalo de Tróia que rouba informações do computador comprometido.

Fonte: convergenciadigital.com.br
Este blog publica em português e inglês. / This blog publishes in Portuguese and English. EN · PT

Denunciar abuso

As inseguranças do sucesso da segurança cibernética

As inseguranças do sucesso da segurança cibernética. Tornar-se um grande profissional não precisa custar sua felicidade, mas a cultura da moagem torna isso provável. Nos últimos anos, a questão da saúde mental no setor de segurança cibernética ganhou destaque. Uma  pesquisa de 2019  revelou que 1 em cada 6 CISOs admitiu se  automedicar  para lidar com o estresse de seu trabalho. A tensão passa pelo escritório do CISO e permeia todo o setor. Um perfil que está crescendo  mais rápido que o orçamento  e uma sofisticação cada vez maior e  o impacto financeiro  dos ataques se combinam para transformar o que antes era um canto do departamento de TI em uma panela de pressão. John Hammond  , pesquisador de segurança cibernética da Huntress, falou sobre “ Hard Truths and Unexpected Realities: Lamentations in Producing Cybersecurity Content ” na  Intigriti 1337UP Live  , uma conferência online sobre bugs, em março de 2022. Seus...

DICA: comandos para pentest e segurança ofensiva

Fala galera, blz ? Segue uma lista de comandos maravilhosa, voltada para teste de vulnerabilidades. Observação Pertinente: Os TIPOS de COMANDOS e as INSTRUÇÕES estão em INGLÊS! NÂO ME RESPONSABILIZO POR USO INDEVIDO. Pré-requisitos: ✔️  Python 3.5 ✔️  OS que suporte Python (eu utilizei Kali) Reconnaissance / Enumeration Extracting Live IPs from Nmap Scan nmap 10.1.1.1 --open -oG scan-results; cat scan-results | grep "/open" | cut -d " " -f 2 > exposed-services-ips Simple Port Knocking for x in 7000 8000 9000; do nmap -Pn –host_timeout 201 –max-retries 0 -p $x 1.1.1.1; done DNS lookups, Zone Transfers & Brute-Force whois domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com @ns1.domain.com host -t {a|txt|ns|mx} megacorpone.com host -a megacorpone.com host -l megacorpone.com ns1.megacorpone.com dnsrecon -d megacorpone.com -t axfr @ns2.megacorpone.com dnsenum domain.com nslookup -> set type=any -> ls -d domain.com for ...

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas. Configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expostos permitem que hackers encontrem pontos fracos exploráveis ​​nos perímetros das empresas em apenas algumas horas, não em dias. O hacker ético médio pode encontrar uma vulnerabilidade que permite a violação do perímetro da rede e, em seguida, explorar o ambiente em menos de 10 horas, com testadores de penetração focados na segurança da nuvem obtendo acesso mais rapidamente aos ativos direcionados. Além disso, uma vez que uma vulnerabilidade ou fraqueza é encontrada, cerca de 58% dos hackers éticos podem invadir um ambiente em menos de cinco horas. Isso está de acordo com uma pesquisa com 300 especialistas do SANS Institute e patrocinada pela empresa de serviços de segurança cibernética Bishop Fox, que também descobriu que as fraquezas mais comuns exploradas pelos hackers incluem configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expost...

Quem sou eu

Minha foto
Igor Deungaro
Bem Vindo ao Cyber Security Brasil, espero que goste !!!
Ver meu perfil completo

Cyber Security

Uma identidade por agente, não uma por frota

Existe uma decisão tomada nas primeiras duas semanas de qualquer projeto de agente que determina se ele será audível ou não pelos anos seguintes. É a decisão de quantas identidades criar. E ela quase sempre é tomada por preguiça: uma só, chamada agent-sa . O que se perde com identidade compartilhada Com uma identidade para toda a frota, você perde quatro capacidades de uma vez: Atribuição. O log diz que a conta de automação apagou o registro. Qual dos onze agentes? Impossível saber. Menor privilégio. A permissão da identidade é a união do que todo agente precisa. O agente que só lê relatório carrega poder de escrita em produção porque outro precisava. Contenção. Revogar a credencial derruba a plataforma inteira. Na prática, ninguém revoga — o custo é alto demais no meio de um incidente. Baseline. Detecção de anomalia exige comportamento típico por ator. Onze agentes numa identidade produzem um perfil que não descreve nenhum deles. Identidade compartilhada não é um atalho...

Marcadores