Cyber Security Brasilby Igor Deungaro

Golpe virtual volta a mirar hotéis brasileiros


Golpe virtual volta a mirar hotéis brasileiros
Cibersegurança ainda não é prioridade no turismo, mas é bom o setor rever isso o quanto antes. Ataques virtuais que visam roubar informações de clientes se multiplicam e, no Brasil, não é diferente, causando prejuízos às organizações. Reportagem da Folha de São Paulo mostra que uma quadrilha vem tentando – muitas vezes com sucesso – aplicar golpes na hotelaria.
O objetivo é roubar dados de cartões de crédito dos hóspedes. Segundo a reportagem, a estratégia utilizada no ataque é sofisticada e já afetou mais de 20 empresas, entre hotéis de rede e independentes. A julgar o uso de português nos códigos dos programas maliciosos utilizados para obter as informações, acredita-se que a quadrilha seja brasileira. 
Ainda assim, há casos também identificados na América Latina, Europa e Ásia, informa a Kaspersky, que identificou o golpe. Especializada em serviços de cibersegurança, a empresa conta que pelo menos dois grupos estão envolvidos nos casos: RevengeHotels e ProCC.

Golpe virtual: entenda
Tudo começa com os cibercriminosos enviando e-mails para a área de reservas dos hotéis. Passando-se como funcionários de empresas legítimas, solicitam reservas utilizando uma técnica chamada typosquatting. Esta, por sua vez, consiste em criar endereços de e-mails com nomes muitos próximos de empresas legítimas. Muitas vezes, troca-se ou acrescenta-se uma letra, o que acaba enganando funcionários desatentos.
Então, em um exemplo hipotético, em vez de usar o e-mail golpe@hoteliernews.com.br, utilizam o golpe@hotelierenews.com.br. Ouvido na reportagem da Folha de São Paulo, Thiago Marques, pesquisador da Kaspersky, conta que o nível de sofisticação em alguns casos é elevado.
“Usavam documentos oficiais das empresas tentando se passar por elas, até geraram um estado de CNPJ no site da receita para um caso”, revela Marques, destacando que o contexto muitas vezes é convincente. “Em alguns, incluíam detalhes como pedidos por cama de casal ou para deixar o frigobar vazio”, completa.
Nas mensagens dos e-mails, os criminosos justificam e descrevem a necessidade da reserva (veja exemplo acima) visando induzir as vítimas a abrir documentos de Word ou Excel anexos. Quando abertos, esses arquivos instalam um trojan, tipo de programa malicioso que permite aos criminosos controlar a máquina infectada a distância. 

Como prevenir
Segundo a Kaspersky, a falha que permite instalar um vírus por meio de Word e Excel foi corrigida em 2017 pela maioria das fornecedoras de tecnologias de segurança do mercado. No entanto, máquinas com versões desatualizadas ainda podem ser alvos dos criminosos, informa a empresa. 
Segundo especialistas ouvidos pelo Hotelier News, hotéis ou redes com grandes centrais de reservas são mais expostos a esse tipo de golpe, que não é novo. Isso porque o volume de pedidos de reservas que chega para os empreendimentos é muito grande, o que pode deixar o funcionário mais desatento.
Treinamento constante da equipe, portanto, é fundamental. Mais ainda, os especialistas dizem que os colaboradores das centrais de reservas precisam suspeitar de tudo, principalmente e-mails com anexos suspeitos. Por fim, é importante instalar atualizações de programas de segurança.

Fonte: hoteliernews.com.br
Este blog publica em português e inglês. / This blog publishes in Portuguese and English. EN · PT

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As inseguranças do sucesso da segurança cibernética

As inseguranças do sucesso da segurança cibernética. Tornar-se um grande profissional não precisa custar sua felicidade, mas a cultura da moagem torna isso provável. Nos últimos anos, a questão da saúde mental no setor de segurança cibernética ganhou destaque. Uma  pesquisa de 2019  revelou que 1 em cada 6 CISOs admitiu se  automedicar  para lidar com o estresse de seu trabalho. A tensão passa pelo escritório do CISO e permeia todo o setor. Um perfil que está crescendo  mais rápido que o orçamento  e uma sofisticação cada vez maior e  o impacto financeiro  dos ataques se combinam para transformar o que antes era um canto do departamento de TI em uma panela de pressão. John Hammond  , pesquisador de segurança cibernética da Huntress, falou sobre “ Hard Truths and Unexpected Realities: Lamentations in Producing Cybersecurity Content ” na  Intigriti 1337UP Live  , uma conferência online sobre bugs, em março de 2022. Seus...

DICA: comandos para pentest e segurança ofensiva

Fala galera, blz ? Segue uma lista de comandos maravilhosa, voltada para teste de vulnerabilidades. Observação Pertinente: Os TIPOS de COMANDOS e as INSTRUÇÕES estão em INGLÊS! NÂO ME RESPONSABILIZO POR USO INDEVIDO. Pré-requisitos: ✔️  Python 3.5 ✔️  OS que suporte Python (eu utilizei Kali) Reconnaissance / Enumeration Extracting Live IPs from Nmap Scan nmap 10.1.1.1 --open -oG scan-results; cat scan-results | grep "/open" | cut -d " " -f 2 > exposed-services-ips Simple Port Knocking for x in 7000 8000 9000; do nmap -Pn –host_timeout 201 –max-retries 0 -p $x 1.1.1.1; done DNS lookups, Zone Transfers & Brute-Force whois domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com @ns1.domain.com host -t {a|txt|ns|mx} megacorpone.com host -a megacorpone.com host -l megacorpone.com ns1.megacorpone.com dnsrecon -d megacorpone.com -t axfr @ns2.megacorpone.com dnsenum domain.com nslookup -> set type=any -> ls -d domain.com for ...

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas. Configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expostos permitem que hackers encontrem pontos fracos exploráveis ​​nos perímetros das empresas em apenas algumas horas, não em dias. O hacker ético médio pode encontrar uma vulnerabilidade que permite a violação do perímetro da rede e, em seguida, explorar o ambiente em menos de 10 horas, com testadores de penetração focados na segurança da nuvem obtendo acesso mais rapidamente aos ativos direcionados. Além disso, uma vez que uma vulnerabilidade ou fraqueza é encontrada, cerca de 58% dos hackers éticos podem invadir um ambiente em menos de cinco horas. Isso está de acordo com uma pesquisa com 300 especialistas do SANS Institute e patrocinada pela empresa de serviços de segurança cibernética Bishop Fox, que também descobriu que as fraquezas mais comuns exploradas pelos hackers incluem configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expost...

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The Confused Deputy in Agent Architecture

The confused deputy problem was described in 1988. A program holding more privilege than the requester is induced into using that privilege on behalf of someone who lacks it. Nearly forty years later, agents restage the pattern with one difference: the deputy now interprets natural language. Why agents make ideal deputies Three characteristics combine badly: Amplified privilege. The agent's service account usually aggregates permissions from several users. Natural language instructions. There is no syntax separating a legitimate request from an induced one. No origin verification. The agent does not distinguish who asked — the user, a document it read, or a tool description. The pattern already appears in production CVEs: CVE-2026-13341 describes indirect injection against the Kong Konnect MCP server leading to unintended API requests executed on the caller's behalf. This is not a lab finding. The agent was not deceived about what to do. It was deceived about who ...

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