Cyber Security Brasilby Igor Deungaro

Hacker rouba US$ 49 milhões em criptomoedas de câmbio sul-coreano

Hacker rouba US$ 49 milhões em criptomoedas de câmbio sul-coreano

Um hacker foi o responsável pelo roubo de US$ 49 milhões da Upbit, um dos principais câmbios de criptomoedas da Coreia do Sul. O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (27), no horário local, quando o criminoso ainda não identificado transferiu 342 mil unidades de Ether (ETH) da carteira da plataforma para uma, supostamente, sob seu controle.
Os fundos roubados envolvem dinheiro da própria companhia e também dos usuários, que depositaram as moedas nos cofres virtuais da empresa. De acordo com a Upbit, todas as perdas serão ressarcidas e o caso já está sendo investigado pelas autoridades. Um prazo para a devolução do dinheiro, que deve vir dos fundos do próprio banco, ainda não foi dado.
Cerca de 30 minutos depois da identificação do roubo, todas as transferências e depósitos de dinheiro do câmbio foram interrompidos, antes mesmo que o aviso sobre a intrusão fosse divulgado pelos responsáveis. Isso impede que novas brechas nos sistemas de segurança sejam exploradas, enquanto a que levou ao furto é investigada, mas também causa incerteza nos usuários, principalmente aqueles que temem pela saúde de suas finanças diante da possibilidade de novas intrusões desse tipo. As movimentações devem ficar congeladas por pelo menos duas semanas.
Entretanto, mesmo após a interrupção no funcionamento do serviço, cerca de US$ 100 milhões em diferentes modalidades de criptomoedas foram transferidas da carteira da Upbit para outras, de propriedade desconhecida. As transações começaram a acontecer cerca de uma hora após a identificação do roubo e deixaram a comunidade em polvorosa quanto à possibilidade de novos furtos.
Entretanto, de acordo com Lee Seok-woo, CEO da Upbit, todas estão sendo feitas pela própria empresa como uma forma de proteger seus fundos. As transferências somam mais de US$ 100 milhões e estariam sendo feitas de carteiras conectadas para sistemas offline, justamente como forma de evitar novos roubos e garantir o ressarcimento dos usuários e o pleno restabelecimento dos serviços do câmbio.
O montante roubado configura um dos maiores crimes do tipo cometidos neste ano, superando um caso de maio, quando US$ 40 milhões em Bitcoins foram roubados do câmbio Binance. De acordo com dados da consultoria de inteligência em criptomoedas CipherTrace, mais de US$ 4,2 bilhões já teriam sido furtados ao longo de 2019, entre golpes focados nos usuários e grandes intrusões em bancos que lidam com a modalidade.
A notícia do roubo também causou impacto no mercado, devido ao fato de a Upbit ser um dos principais bancos de criptomoedas da Ásia. Nas horas seguintes ao anúncio da empresa, os valores da Ethereum caíram 2,16%, enquanto a Bitcoin teve baixa de 2,74%. Ambas, entretanto, já se recuperaram e operam em altas de, respectivamente, 1,35% e 1,55%.
Fonte: canaltech.com.br
Este blog publica em português e inglês. / This blog publishes in Portuguese and English. EN · PT

Denunciar abuso

As inseguranças do sucesso da segurança cibernética

As inseguranças do sucesso da segurança cibernética. Tornar-se um grande profissional não precisa custar sua felicidade, mas a cultura da moagem torna isso provável. Nos últimos anos, a questão da saúde mental no setor de segurança cibernética ganhou destaque. Uma  pesquisa de 2019  revelou que 1 em cada 6 CISOs admitiu se  automedicar  para lidar com o estresse de seu trabalho. A tensão passa pelo escritório do CISO e permeia todo o setor. Um perfil que está crescendo  mais rápido que o orçamento  e uma sofisticação cada vez maior e  o impacto financeiro  dos ataques se combinam para transformar o que antes era um canto do departamento de TI em uma panela de pressão. John Hammond  , pesquisador de segurança cibernética da Huntress, falou sobre “ Hard Truths and Unexpected Realities: Lamentations in Producing Cybersecurity Content ” na  Intigriti 1337UP Live  , uma conferência online sobre bugs, em março de 2022. Seus...

DICA: comandos para pentest e segurança ofensiva

Fala galera, blz ? Segue uma lista de comandos maravilhosa, voltada para teste de vulnerabilidades. Observação Pertinente: Os TIPOS de COMANDOS e as INSTRUÇÕES estão em INGLÊS! NÂO ME RESPONSABILIZO POR USO INDEVIDO. Pré-requisitos: ✔️  Python 3.5 ✔️  OS que suporte Python (eu utilizei Kali) Reconnaissance / Enumeration Extracting Live IPs from Nmap Scan nmap 10.1.1.1 --open -oG scan-results; cat scan-results | grep "/open" | cut -d " " -f 2 > exposed-services-ips Simple Port Knocking for x in 7000 8000 9000; do nmap -Pn –host_timeout 201 –max-retries 0 -p $x 1.1.1.1; done DNS lookups, Zone Transfers & Brute-Force whois domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com dig {a|txt|ns|mx} domain.com @ns1.domain.com host -t {a|txt|ns|mx} megacorpone.com host -a megacorpone.com host -l megacorpone.com ns1.megacorpone.com dnsrecon -d megacorpone.com -t axfr @ns2.megacorpone.com dnsenum domain.com nslookup -> set type=any -> ls -d domain.com for ...

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas

Atacantes precisam de menos de 10 horas para encontrar fraquezas. Configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expostos permitem que hackers encontrem pontos fracos exploráveis ​​nos perímetros das empresas em apenas algumas horas, não em dias. O hacker ético médio pode encontrar uma vulnerabilidade que permite a violação do perímetro da rede e, em seguida, explorar o ambiente em menos de 10 horas, com testadores de penetração focados na segurança da nuvem obtendo acesso mais rapidamente aos ativos direcionados. Além disso, uma vez que uma vulnerabilidade ou fraqueza é encontrada, cerca de 58% dos hackers éticos podem invadir um ambiente em menos de cinco horas. Isso está de acordo com uma pesquisa com 300 especialistas do SANS Institute e patrocinada pela empresa de serviços de segurança cibernética Bishop Fox, que também descobriu que as fraquezas mais comuns exploradas pelos hackers incluem configurações vulneráveis, falhas de software e serviços da Web expost...

Quem sou eu

Minha foto
Igor Deungaro
Bem Vindo ao Cyber Security Brasil, espero que goste !!!
Ver meu perfil completo

Cyber Security

Uma identidade por agente, não uma por frota

Existe uma decisão tomada nas primeiras duas semanas de qualquer projeto de agente que determina se ele será audível ou não pelos anos seguintes. É a decisão de quantas identidades criar. E ela quase sempre é tomada por preguiça: uma só, chamada agent-sa . O que se perde com identidade compartilhada Com uma identidade para toda a frota, você perde quatro capacidades de uma vez: Atribuição. O log diz que a conta de automação apagou o registro. Qual dos onze agentes? Impossível saber. Menor privilégio. A permissão da identidade é a união do que todo agente precisa. O agente que só lê relatório carrega poder de escrita em produção porque outro precisava. Contenção. Revogar a credencial derruba a plataforma inteira. Na prática, ninguém revoga — o custo é alto demais no meio de um incidente. Baseline. Detecção de anomalia exige comportamento típico por ator. Onze agentes numa identidade produzem um perfil que não descreve nenhum deles. Identidade compartilhada não é um atalho...

Marcadores